#23P – Mergulhadores Caçam Redes Fantasma (dubbed via A.I. elevenlabs)
Show notes
Cet épisode porte sur les dangereuses opérations de récupération de filets fantômes en mer Baltique.
Michael Herzog s’entretient avec Sabine Kerkau, plongeuse technique spécialisée dans les épaves et présidente de la Baltic Sea Nature & Heritage Protection Association e.V., au sujet de la récupération de filets fantômes accrochés à des épaves en mer Baltique.
Nous parlons de la mauvaise visibilité, du froid, de la profondeur, des risques, du travail d’équipe, de la coopération avec les pêcheurs et de ce qui arrive aux filets après leur récupération.
Pour Redes Fantasma, cet épisode apporte un regard important sur la fin de la chaîne : la récupération reste nécessaire, mais la prévention, la localisation et la récupération rapide des engins de pêche perdus doivent intervenir plus tôt.
Note de soutien : Toute personne souhaitant soutenir le travail de Sabine Kerkau et de son équipe trouvera des informations et les coordonnées pour les dons sur le site de la Baltic Sea Nature & Heritage Protection Association e.V. : https://www.bsnhpa.org
Liens de l’épisode :
Vidéo d’une opération de récupération de filets fantômes en mer Baltique : https://www.linkedin.com/posts/sabine-kerkau-a0a3b0134_baltic-sea-nature-and-heritage-protection-ugcPost-7458591819501744130-N0FC
Baltic Sea Nature & Heritage Protection Association e.V. https://www.bsnhpa.org
Baltic Sea Heritage Rescue Project https://bshrp.org/de/
Redes Fantasma https://www.redes-fantasma.org
Hashtags : #FiletsFantomes #GhostNets #MerBaltique #BalticSea #PlongeeTechnique #WreckDiving #ProtectionMarine #OceanConservation #ConservationMarine #PatrimoineSubaquatique #RedesFantasma #MichaelsGreenWorld
Show transcript
00:00:11: Bem-vindo ao Green World de Michael, o podcast sobre sustentabilidade e inovações.
00:00:16: E pessoas que nem apenas falam sobre problemas
00:00:19: mas trabalham
00:00:20: em soluções.
00:00:21: Muitos episódios deste podcast têm se concentrado em transições energéticas, segurança de abastecimento e grandes sistemas técnicos.
00:00:31: Hoje Vamos diretamente para a protecência ambiental, prática no mar.
00:00:36: E rapidamente percebemos que lá também é. sobre sistemas, responsabilidade, tecnologia e a questões de porquê os problemas geralmente foram resolvidos muito tarde.
00:00:48: Estamos falando sobre redes fantasmas.
00:00:50: É assim que se chamam das Redes de Péssica perdidas ou abandonadas que continuam a flutuar no mar ou ficam presas em naufragios, rochas e no fundo do mar Debaixo d'água.
00:01:02: elas realmente podem parecer assustadoras, mas acima de tudo elas continuam pegando ferindo e matando peixes botos focas pássaros e outros animais marinhos.
00:01:13: Essas redes precisam ser recuperadas para nao causar endanos por anos ou décadas.
00:01:20: ainda melhor seria se nao se perdessem no mar ou se pudessem ser encontradas e recuperados rapidamente.
00:01:31: É exatamente sobre isso que se trata o Projeto Redes Fantasma.
00:01:38: Mas antes de falarmos mais sobre prevençam, localizaça e recuperaça rápida em um episódio futuro hoje vamos olhar para o fim da cadeia.
00:01:50: O que realmente significa recuperar redes fantasmas debaixo d'água?
00:01:56: No episódio XIII, apresentamos a Ocean Patrol nossa organización parceira voluntária em Portugal.
00:02:03: No episódio XVII discutimos a preparaçao do simpósio Redes Fantasma em Portugal onde redes fantasmas e a proteccia dos mares foram os temas centrais.
00:02:15: Lá também costumavamos falar sobre limpezas de praia onde voluntários recolhem centenas de quilos de lixo marinho na praia em um único dia.
00:02:26: Mas nem tudo é levado para a praia.
00:02:28: Muitas redes ficam na água, algumas ficam presas no fundo dos destroços
00:02:33: lá,
00:02:34: tornam-se armadilhas para animais e um perigo para mergulhadores e para navegações.
00:02:42: Meu convidado de hoje é Sabine Kercau.
00:02:45: Ela é mergulhadora técnica em naufrágeos, autora, fotógrafa e videógrafo.
00:02:50: Há mais de oito anos ela lidera o Baltic Sea Heritage Rescue Project.
00:02:56: A vários anos ela também dirige voluntariamente a Associaçao Alemânia Baltic Seenature and Heritage Protection Association e ponto V. Com sua equipe ela remove redes fantasmas de naufrágios no mar báutico documenta naufrágeos históricos e trabalha com universidades, museus e especialistas para proteger o patrimônio cultural subaquático.
00:03:24: Sua equipe recuperou cerca de trinta toneladas de redes fantasmas do mar báutico nos últimos anos.
00:03:31: Sabin é uma das mergulhadoras técnicas do naufrágil mais renumadas nos países da língua alemanda.
00:03:37: Ela é membro do Women Divers Hall of Fame.
00:03:41: Foi, segundo X-Ray Mague a primeira mergulhadora alemán a ser aceita lá e foi aceita em dois mil e vinte e seis ou seja recentemente como fellow no Explorers Club em Nova Iorque uma grande honra.
00:03:58: Em vinte e quatro de abril de dois mil e vinte em seis, Zappin esteve no Centenario Fantasma dos Redes No Oceanário de Lisboa.
00:04:08: A mensagem deles foi clara – a recuperación é necessária!
00:04:12: Mas se só agirmos quando as redes estiverem no fundo do mar há anos o esforço é enorme, o risco é alto e o dano muitas vezes já aconteceu….
00:04:24: É sobre isso que vamos falar hoje, o que se vê debaixo d'água.
00:04:28: Qual perigoso é esse trabalho?
00:04:31: Porque há tantas redes presas a destroços e o que podemos aprender com isso se quisermos abordar o problema de maneira mais precoce, rápida e sistemática no futuro?
00:04:41: Quero te dar as boas-vindas Sabine, Sabine quer cao
00:04:46: Ah mas é melhor você mesmo se apresentares.
00:04:50: Obrigado pelo convite Michael, meu nome é Sabine Kerkau.
00:04:55: Sou assim a líder da Associaçao Baltic Sea Nature and Heritage Protection Association e nós lidamos com a remoçam de redes fantasmas do mar.
00:05:07: começamos e há cerca de dez anos fazemos isso no Mar Báutico.
00:05:12: desde este ano também no Mediterrâneo.
00:05:15: Eu viajei pelo mundo como mergulhadora de naufrajos, escrevi muitos artigos, documentei naufragos para universidades e museus.
00:05:24: E há dez anos fui convidada a documentar um naufragem de guerra alemônio marbáutico na Lituânia chamado Friedrich Karl... ...e foi lá que pela primeira vez me deparei conscientemente com o tema das redes fantasmas.
00:05:39: Já vimos redes fantasmas em todo o mundo, e às vezes elas parecem místicas e charmosas quando están penduradas em naufragios ou recifres.
00:05:49: Eu nunca tinha pensado antes que isso poderia ser um problema para o meio ambiente.
00:05:55: E no marbáutico, quando mergulhei nesses naufrágios havia tantos redes peixes mortos e afocas e também pássaros quando estavam mais acima... Que mal conseguíamos ver os naufrágeos!
00:06:10: Isso me fez perceber o quâo ruim isso realmente é?
00:06:14: E os danos que essas redes perdidas causam?
00:06:19: Eu tentei falar com amigos na Lituânia sobre os escritórios, as autoridades e a política.
00:06:26: Até mesmo com a presidente da Lituânia para chamar a tensa para esse problema mas ninguém estava realmente interessado porque ninguém vê o que está acontecendo lá embaixo.
00:06:36: exceto nós mergulhadores, ninguém vê isso.
00:06:40: Quando estamos na praia olhando o pôr-do-sol e o maravilhoso mar, fazendo férias lá no mar, nós temos consciência do que está acontecendo.
00:06:49: E da mesma forma foi com os escritórios e autoridades também.
00:06:52: Ninguém se sentiu responsável, ninguém tinha dinheiro para isso.
00:06:56: Passamos um ano indo de um escritório para outro e dissemos ok, se ninguém faz nada talvez tenhamos que fazer algo por conta própria.
00:07:05: E começamos com cuidado porque esse trabalho é muito perigoso.
00:07:09: Estamos em profundidades, muito além do limite de mergulho esportivo de quarenta metros agora.
00:07:15: E isso sim significa que é um merguleus longos e perigosos e você pode simplesmente fazer isso como um merguilhador esportiva.
00:07:26: Você realmente precisa de algum treinamento, algumas habilidades para fazer algo assim.
00:07:31: Fazemos isso há quase dez anos e tiramos cerca de dez a quinze toneladas de material, de rede por ano.
00:07:40: Isso é apenas uma gota no oceano porque milhares de tonelada se perdem todos os anos.
00:07:47: Sim!
00:07:47: E bem mesmo que seja como lutar contra moinhos de vento Queremos fazer isso para salvar vidas e também para fazer algo bom pra nós mesmos, porque essas redes é feitas principalmente de plástico.
00:08:02: Este plástico leva de quatrocentos a seiscentos anos para acabar com o microplástico na nossa comida e ele ameaça.
00:08:12: Estas redes também é grandes, estáveis e ameaçam também a navegações.
00:08:17: quando flutuam abaixo da superfície da água podem colocar em perigo embarcações menores mas também maiores.
00:08:23: isso significa que podem ocorrer acidentes pessoas podem se machucar e isso nem precisa acontecer.
00:08:29: e achamos que estamos tentando fazer o que pudemos como mergulhadores, sempre tentando chamar a desmarar a tensões para isso.
00:08:37: E por isso acho que... ...nó só nós mas muitos outros também, como você Michael com redes fantasma precisam intervir para resolver este problema.
00:08:50: Uma descripcion fantástica de como tudo se conecta Mas talvez para deixar claro, essas redes que... ó, as reis de pesca.
00:09:02: na maioria das
00:09:03: vezes
00:09:03: e eu acho sim elas ficam praticamente nos destroços.
00:09:07: Que está no fundo do mar E aparentemente essas redes gostam ou ficam presas principalmente nos navios?
00:09:17: Ou como se deve imaginar isso?
00:09:19: Como, como, como as redes chegam aos navios?
00:09:24: Redes fantasmas, ou seja redes de pesca perdidas podem ser de diferentes tipos.
00:09:30: Existem redes fixas, redes de arrasto... Redes fantasma, elas se desprendem, estam mais perto da costa e flutuam pela água E pode acontecer que fiquem presas em naufragios rasos ou recífices.
00:09:44: As redes de Arrasto com as quais lidamos principalmente, serem redes enormes sem metros de comprimento, cinquenta metros de profundidade.
00:09:53: Eles é puxados através de água mais profunda, dependendo do que o pescador pega perto do fundo ou também mais acima na parte superior da água.
00:10:04: E podem se soltar porque as redes podem ser velhas e as linhas nem aguentam mais o peso dos peixes que capturam.
00:10:15: Eles podem ficar presos em distroços ou em bancos de areia, o que pode acontecer de vez em quando é que eles podem cair ao mar devido a uma tempestade.
00:10:26: Claro que você pode excluir totalmente a possibilidade de ser através do Descartes, ou seja redes de pesca que nem mais necessárias eram no passado em uma prática comum simplesmente jogadas ao mar durante a viagem.
00:10:41: Atualmente os pescadores também entendem que isso, obviamente, nem é permitido.
00:10:45: Mas ainda assim eu quero descartar a possibilidade de que ainda existam pescadoras que o façam pois é a maneira mais barata de se livrar de algo assim.
00:10:54: e o que acaba na água?
00:10:55: acaba simplesmente flutuando em algum lugar porque tem flutuanores.
00:11:00: E muitas vezes por causa do fundo mas sim porque flutua eventualmente fica preso em algum local.
00:11:10: E estes, como disse muitas vezes destrossos de navios ou recifres rasos ou algo assim.
00:11:17: É assim... Esses flutuadores às vezes fazem com que essas redes nem ficam apenas em cima dos navios mas flutuem como tendas de circo sobre esses navios e isso significa que é uma parede.
00:11:34: Isso é, eu já vi muitos destroços grandes destroços que têm cerca de oitenta metros de comprimento e dez metros de largura ou altura.
00:11:44: E...e entao há redes de dez, quinze metros que se erguem como uma barreira, como uma parede e som perigosas para tudo o que nada e vive na água.
00:11:58: Entao algum tipo de peixe maior talvez?
00:12:01: Ou sim vamos considerar os maiores, eles conseguem ver essa parede ou como é isso.
00:12:10: Isso é algo que eles conseguam reconhecer?
00:12:14: Se Em dobras pode-se dizer o sobre, sobre o naufragio onde eles podem se enredar porque talvez também há japaixes que estam caçando.
00:12:28: Eu posso imaginar que eles saiam ou que nadem ao redor mas nós frequentemente muito, frequentemente já encontramos famílias inteiras de focas nessas redes.
00:12:42: Esse é o problema, especialmente no mar báutico.
00:12:45: As focas sejam animais familiares e isso significa que um animal fica preso e começa a abramar ou gritar ou como quiser chamar.
00:12:56: pode acontecer que os outros cheguem e a família enteira fique presa.
00:13:00: Essas redes nem seriam extremamente perigosas.
00:13:04: Na semana passada, eu estava novamente em frente a Rugen com o meu grupo e nós recuperamos redes fantasmas.
00:13:14: E felizmente desta vez conseguimos cortar muitos peixes grandes e vivos dessas redes e salvar algumas vidas!
00:13:21: Muitas vezes chegamos atrasados, mas é que os animais eles se enredam com suas barbatanas.
00:13:25: Com tudo possível tentam-se soltar e em algum momento estam embrulhados como um rocambole lá dentro e depois num conseguem sair.
00:13:34: E entao eles acabam se afogando ou morrendo de fome... Ou sim!
00:13:39: Sim isso é um drama terrível e vocês cortam isso aí fora.
00:13:44: Isso ai Eu diria um trabalho fino a cinquenta metros de profundidade, dependendo se a visibilidade for nula enquanto nem houver luz.
00:13:56: E bem... eu sou mergulhador e nem consigo imaginar tudo isso.
00:14:01: Sim, está definitivamente escuro.
00:14:03: Às vezes temos sorte de ter alguns há metros de visibilidades só que assim que você toca nessas redes velhas essa visibilidad desaparece porque elas están naturalmente cheias de sedimentos, cheias a cadáveres mortos.
00:14:17: E a nós devemos remover essas redes dos destroços com muito cuidado.
00:14:22: Os arqueólogos, nos permitem simplesmente levar uma corda com um gancho e arrancá-las dos destroçados porque muitas vezes os destroços que estam sob essas redes ainda nem foram identificadas e se sabe realmente o que está lá.
00:14:37: Portanto, podemos danificar os destrozos em que trabalhamos.
00:14:41: Isso significa que temos de cortar essas redes com chamados sacos de elevações cheios-de ar, depois enviá-los para cima e podemos trazê-lo para os respectivos navios que trabalham conosco.
00:14:56: Isso é um trabalho muito difícil e com visibilidade a zero e cinco graus de temperatura da água que tivemos na semana passada.
00:15:03: e nas profundezas.
00:15:06: isso significa que quando trabalhamos lá embaixo por Meia hora, três quartos de hora temos que contar mais uma hora e meia até estarmos devolta à superfície.
00:15:16: E quando trabalhamos com esses saco cheios de ar eles mantêm as redes esticadas e assim o último corte é feito.
00:15:23: essas partes da rede disparam como foguetes e temos que tomar muito cuidado para non ficarmos presos lá com os nossos equipamentos, porque se fossemos puxados de lá para cima nessa velocidade seria bem no pior dos casos fatal.
00:15:40: Sim!
00:15:41: Sim.
00:15:42: Quantas pessoas estavam com vocês no último mergulho?
00:15:45: Eu vi um vídeo maravilhoso, quer dizer bonito de maneira cinza porque eles estavam puxando uma rede enorme mas era um navio bem grande.
00:15:55: Ah sim!
00:15:55: Era um navios de verdade e nem um barco qualquer.
00:15:59: Qual é o tamanho da equipe que você trabalha?
00:16:03: Hum, éramos mergulhadores.
00:16:05: Éramos dois grupos de três merguleadores Mas o navio com qual estamos trabalhando no momento é um barco de pesca O que nos ajuda a puxar essas redes realmente pesadas da água.
00:16:15: Nós mesmos mergulladores Estamos em barcos menores como botes infláveis ou algo assim.
00:16:21: Sim sem cabine e sem nada onde você pode entrar rapidamente na água E também sair rapidamente.
00:16:28: Até cerca de dois anos atrás costumávamos resgatar redes com esses barcos, puxando-os manualmente para o barco mas só conseguimos recuperar pedaços menores.
00:16:37: Com a quantidade que tem lá embaixo sim... ...nó se avança se tiver um barco grande com um guincho ou pelo menos um guindaste para tirar grandes quantidades de água.
00:16:49: E para mim é muito importante que você também traga os pescadores a bordo, porque nos últimos dois anos realmente construímos uma relaçao muito próxima com eles.
00:17:00: Eles entendem o que fazemos e gostam de nos ajudar.
00:17:04: Eles recebem dinheiro por isso, porque os barcos e tudo mais custam dinheiro... ...e agora eles realmente gostam fazer isso e entendem porque o fazemos No começo, no era assim.
00:17:17: Existem muitas organizações ambientais que criticam bastante os pescadores Mas esses pescadores que estam ativos lá, num é o problema com eles devem se colaborar e ajudar.
00:17:28: Eles já têm dificuldades suficientes porque tudo está sobrepescado E eles sempre as bodas espiatórias.
00:17:37: Se ainda perdem redes e ser punidos por isso, esse nem é o caminho.
00:17:42: na minha opiniões
00:17:43: Isso nem é justo.
00:17:44: e também, na prática real, isso significa que existem
00:17:53: barreiras internas
00:17:55: no sistema que tornam um comportamento razoável pelo menos muito difícil.
00:18:00: O problema é também que você pode ter uma corrente de superfície completamente diferente por exemplo devido ao vento em comparações com a do fundo.
00:18:10: Sim, eu também já experimentei locais de mergulho onde você tinha três direções de corrente diferentes enquanto merguleava para o fundo.
00:18:18: E isso muda, né?
00:18:19: Também muda dentro de três ou quatro horas.
00:18:22: É muito, muito difícil lá quando você perde algo e consegue ver Ou seja, está marcado na superfície com quaisquer boias a encontrar isso novamente Especialmente se você nem perceber em uma ou duas horas.
00:18:39: Sim, eu entendo.
00:18:40: Quando você faz outra pergunta do outro lado esses navios que vocês liberam das redes para os arqueólogos possam começar a registrar e talvez haja uma avaliaçao de risco porque um navio assim pode aconter algo perigoso como vocês encontram os navios?
00:19:01: Agora, bem especialmente no Mar Báutico o fundo está completamente escaneado.
00:19:07: Isso é feito claro por todos os navios da marinha.
00:19:12: As muitas empresas que colocam gasodutos ou qualquer tipo de encanamento ou o que quer que seja ou constroem túneis ou também todos os operadores de parques eólicos.
00:19:26: Ah, eles têm atualmente o mar Báutico e também o Mar do Norte.
00:19:30: E muitos outros corpos d'água na onde há quase nenhum centímetro quadrado que nem esteja escaneado.
00:19:37: Isso é bom porque quando se sabe que há naufragios ou áreas rasas... ...ou há e só marcadas em mapas.
00:19:44: os pescadores também sabem que há áreas ras as lá.
00:19:48: Frequentemente o motivo pelo qual perderam suas redes em alguns destroços era porque tinham um ótimo lugar onde sempre pegavam muitos peixes e, entao, nem sabiam que havia um destroço ou algo assim.
00:20:00: E por isso suas redes ficavam presas lá.
00:20:03: Mas como eu disse, nem precisamos procurar.
00:20:06: Nós sempre trabalhamos com bases de mergulho locais um também com pescadores ou algo assim e eles conhecem os lugares, nós muitas vezes nem sabemos exatamente o que é. Nós olhamos e mergulhamos para ver como está.
00:20:21: Quanto trabalho temos lá?
00:20:23: O que é isso que está pendurado... E antes de começarmos a recuperar qualquer coisa, é claro que é sempre muito importante explorar esses destroços primeiro e olhar com cuidado se é um navio de guerra que afundou talvez ainda completo comunissões ou com algumas coisas que é melhor no trazer para cima antes que algo aconteça.
00:20:47: Sim, isso pode ser perigoso.
00:20:49: Me diga!
00:20:49: Vocês... vocês estam aí sozinhos?
00:20:52: Ah como uma associaçao eu acho, vocês estm organizados e existem outras assocações com as quais vocês correspondem ou trocam informações se encontram ou algo assim.
00:21:05: ou como é isso, como funciona?
00:21:09: Existem atualmente várias organizações e associações que também realizam a recuperaçao de redes fantasmas.
00:21:17: E nós, como dito onde quando estivermos enrugendes enterrando temos um ponto de contato?
00:21:24: é um homem muito conhecido e respeitado que trabalha lá com muitas organizações e associações além de autoridades porque muitas vezes você precisa se forem realmente na ofragios históricos se furem na ofragem os históricas confirmados também de uma autorizaçao para que você possa trabalhar neles.
00:21:42: E nós já estamos coordenados, sim.
00:21:45: Nós financiamos nossos resgatos através de doações E há quando estivermos lá porque fazemos isso em nosso tempo livre, nenhum de nós há a fazer isso profissionalmente.
00:21:58: Tudo é voluntário e isso significa que, portanto, sacrificamos o nosso tempo libre e o dinheiro das pessoas que nos apoiam.
00:22:06: Isso deve ser usado de forma eficaz.
00:22:10: Isso significa que quando estivermo lá por uma semana ou dez dias, queremos tirar o máximo proveito.
00:22:17: Vamos para os lugares onde também sabemos que há algo.
00:22:20: E se todos fossem para o mesmo lugar, R e NÃO nos coordenássemos gastaríamos muitos recursos importantes.
00:22:26: Ou seja a maioria dos grupos que agora existem que recuperam redes fantasmas se comuniquem entre si e somos um dos poucos que realmente também vêm para as maiores profundidades porque temos o equipamento e treinamento adequados E deixamos os naufrágis um pouco mais rasos para outros grupos que sejam mais ativos no mergulho esportivo, para que juntos possamos realizar o máximo possível.
00:22:55: Isso é interessante e a question que me vem agora é... Podemos colocar isso no podcast, no texto das notas do programa também chamado Show Notes.
00:23:05: Vocês têm um site e provavelmente podem receber doações lá!
00:23:10: E eu acho que quando as pessoas ouvirem o que vocês fazem e os perigos que enfrentam, qual é importante também um para o mar?
00:23:22: Uma ou outra pessoa vai dizer na cara, eu gostaria de contribuir.
00:23:26: Eu mesmo nem posso mergulhar mas gostaria doar algo para isso.
00:23:30: Vocês têm uma conta de doações no site.
00:23:34: Podem anunciar assim...
00:23:36: Sim, nós temos.
00:23:37: Estamos muito felizes com doações porque como dissemos um dia de resgate no Mar Báltico nos custa cerca de cinco mil euros e isso é realmente só os navios e o custos de combustível.
00:23:54: Isso é outra coisa.
00:23:55: as despesas de viagem, hotel e alimentación paga por cada um de nós.
00:24:00: Isso, isso...nó é uma história barata e muitas vezes é assim que perguntam.
00:24:07: Sim!
00:24:08: Isso faz mesmo sentido porque você tira uma tonelada dessas coisas em seis dias.
00:24:15: Mas se você pensar nós vamos com um grande barco de pesca, vamos com dois barcos menores.
00:24:23: Há só de combustível que se gasta né?
00:24:26: Que há... sei lá algumas turmedeladas que są queimadas por semana em diesel de navio o que naturalmente significa muito CO₂ também.
00:24:40: e por outro lado eu preciso despachar as coisas.
00:24:44: Infelizmente, eu posso fazer isso com um barco a remo e infelizemente também nem tenho navios movidos à energia solar ou eólica disponíveis E por isso como eu disse, só posso repetir que acho muito importante que todos trabalhemos juntos e embora tiremos as coisas antigas das quais ainda há muito temos de ter a chance de impedir mais entre Talvez, algum dia, tenhamos a chance de que o nosso trabalho nem seja mais necessário.
00:25:16: Vai demorar!
00:25:17: Mas a esperança é a última que
00:25:20: morre.".
00:25:20: Sim, essa é a abordagem estratégica correta e isso é verdade em qualquer outro lugar onde... Os navios é usados e as garrafas-pete, as pessoas por razões sociais compreensíveis.
00:25:34: E também por causa de infraestrutura destruída ou por pobreza também jogam nos rios e assim por diante.
00:25:40: Há tudo compreensível e isso também precisa desaparecer mas também é importante trabalhar nas raízes e mostrar que há maneiras de pelo menos reduzir dramaticamente essas coisas.
00:25:53: E se nós,
00:25:54: eu sempre digo assim... Se tivéssemos tido essa conversa há cinquenta anos e desenvolvido essa tecnologia e essas ideias estaríamos hoje cinquanta anos à frente.
00:26:04: E provavelmente teríamos uma conversa completamente diferente.
00:26:08: Um estaríamos em outro ponto.
00:26:10: E um como se costuma dizer nunca é tarde demais.
00:26:13: vamos começar.
00:26:14: É preciso fazer algo!
00:26:15: É isso que fazemos no Redeste Fantasma?
00:26:19: É a mesma ideia eu diria Mas voltando ao seu atrabalho e a rede de contatos.
00:26:26: Ah, eu acho que você conheceu um dos nossos membros da associações em uma feira.
00:26:32: Acho que se chama BOOT.
00:26:34: Eu...eu nem conheço!
00:26:36: Você pode contar um pouco sobre porquê?
00:26:39: é interessante para vocês?
00:26:41: A boot é a maior feira de esportes aquáticos da Europa e oferece, na verdade para todos os entusiastas de esports aquáticas, a oportunidade de se atualizar sobre novas técnicas e todas as opções.
00:26:55: NÃO apenas mergulhadores, pescadores, surfistas – um claro como o nome diz boot – também pessoas que se interessam em comprar barcos.
00:27:04: Tudo relacionado aos esportos aquátics ou à água em geral é coberto por esta feira em Düsseldorf.
00:27:10: Ela vai por dez dias em janeiro e para nós isso é especialmente interessante.
00:27:14: Há uma área muito grande chamada Love Your Ocean, onde muitas organizações que lidam com a protecêon dos mares, protecao ambiental podem se apresentar.
00:27:28: Geralmente também mais ou menos se a organizaçao é sem fins lucrativos é gratuito.
00:27:35: E há uma área muito grande para mergulhadores, que é claro muito importante para nós.
00:27:40: Porque estamos sempre à procura de bons mergulladores, muitos experientes que queiram se juntar a nós e tenham interesse em colaborar voluntariamente com o trabalho de remoções de redes fantasmas conosco para fazer isso.
00:27:56: Isso acaba conversando!
00:27:59: também justamente porque existem áreas diferentes.
00:28:02: Vem pessoas de todo mundo para se orientar, para se informar e você pode se comunicar com muitas pessoas... E nós também encontramos sim fundações que queriam saber o que está acontecendo na protecência dos oceanos e no meio ambiente.
00:28:26: Basicamente há realizado ou quais as possibilidades para clubes, para se orientar e acima de tudo se engajar também.
00:28:36: Sim!
00:28:36: E pra nós é todo ano eu faço isso a mais de vinte anos que estou regularmente no buti.
00:28:41: o tempo todo É sempre interessante com que tipo de pessoas e com que tipos de possibilidade você pode entrar em contato lá.
00:28:51: Sim, isso é tipo o
00:28:52: basicamente como uma grande roda de inércia onde as pessoas também podem o sim se encorajar mutuamente.
00:29:01: Sim!
00:29:01: É assim... quando você está na cena de mergulho por tanto tempo quanto eu, você obviamente conheceu muitas e muitas pessoas na sua vida E o evento é sempre como uma reuniões de família.
00:29:16: Você vê pessoas que nem via há muito tempo e pode trocar ideias, você também pode planejar projetos ou expedições interessantes.
00:29:29: Para o próximo ano já temos um resgate de rede muito interessante para a Grécia em preparaçao.
00:29:36: Isso também aconteceu na feira de barcos este ano.
00:29:40: Sim, coisas muito interessantes sempre acontecem lá.
00:29:45: Quando é a feira?
00:29:46: Sempre em janeiro?
00:29:48: É sempre...só sempre assim.
00:29:50: as últimas uma semana e meia em juneiro.
00:29:54: Sim, sim.
00:29:55: E... e... entao você esteve há recentemente em Portugal.
00:30:01: Você arranjou um tempo.
00:30:03: foi entre os muitos compromissos que você tem aí o seu trabalho a que você precisa.
00:30:10: O que você observou lá?
00:30:13: Tive a sorte de poder participar do simpósio da Redesh Fantasma.
00:30:18: E claro, sem esquecer o Ocean Patrol que organizou tudo de forma operacional e achei a abordagem incrívelmente empolgante de realmente trazer todos para a mesa.
00:30:34: Todos realmente conversaram sem se culpar em mutuamente que houve a possibilidade de conhecer novas tecnologias de perto, que talvez possam realmente ser um divisor de águas em toda essa história.
00:30:53: Eu achei bom.
00:30:55: os pescadores estavam envolvidos, a política estava envolvida.
00:30:59: havia cientistas envolvides mergulhadores todos.
00:31:05: Caso contrário, geralmente acontece que há uns que querem ter nada a ver com os outros.
00:31:09: Uns dizem... "...nó é culpa nossa, eles só os
00:31:12: culpados.".
00:31:14: Nó se chega realmente ao lugar nenhum.
00:31:17: Eu já passei por isso muitas vezes e achei este simpósio muito encorajador E ficaria feliz se pudéssemos conseguir algo assim em outros países também com mais conectividade, que haja algo como ovo lá.
00:31:35: Foi realmente emocionante e muito bem executado, organizado... ...e as pessoas certas estavam no lugar certo na hora certa.
00:31:43: Sim, exatamente!
00:31:45: Todos precisam se unir e trabalhar juntos.
00:31:49: Só podemos avançar se todas as partes realmente se envolverem, porque você já ouviu no simpósio sua inova açao é ótima mas os pescadores nao voam aceitá-la enquanto houver desvantagens para eles.
00:32:03: Sim esse e o problema certo?
00:32:06: Sim absolutamente!
00:32:16: Você mencionou a boa mistura de pessoas.
00:32:19: Isso também tem a ver com o conceito que abordamos durante todo o ciclo da vida, lidando com todas as dificuldades em redes fantasma e isso inclui influenciar logo no início.
00:32:40: mas também envolve retirar as redes da água.
00:32:44: E essa é a minha pergunta para você, porque sei que outras organizações têm dificuldade com isso.
00:32:52: Como vocês descartam as redes quando elas retiram da água?
00:32:56: Afinal, są estruturas técnicas complexas... Isso nem apenas um tipo de plástico também tem metala.
00:33:04: e como vocês fazem isso?
00:33:06: Vocês desenvolveram uma soluções padrões nesse meio tempo?
00:33:11: É muito difícil!
00:33:13: Bem, esse também foi um dos nossos maiores problemas no início.
00:33:19: Quero dizer, eu só começo a fazer esse tipo de trabalho e atirar essas redes de lá quando sei para onde elas vont depois... E num adianta nada se depois de tirá-las eu as deixar em algum lugar do porto ou em algum cais na próxima tempestade elas voltarem pro mar.
00:33:36: Eu nem ganhei nada!
00:33:38: e eu também nem posso jogar eles fora como lixo doméstico normal em algum lugar, em uma lata e deixar-los serem levados porque é realmente lixo especial.
00:33:48: É...só plásticos.
00:33:49: mas o grande problema sou todos os venenos com os quais eles estam parcialmente impregnados só para contra também como veneno pra ratos porque se eles estiverem em algum local no porto ou no no navio, claro que você como pescador, ele seja destruído por ruedores e comidos.
00:34:15: Basicamente há muito chumbo nisso porque precisam de peso para ficar aí no fundo o mais próximo possível do fundo.
00:34:24: E isso é muito difícil, ainda hoje é um grande problema para nós.
00:34:29: Quando retiramos as redes em Hugen felizmente temos nosso contato local.
00:34:35: ele tem um espaço muito grande.
00:34:38: lá podemos guardar todas as redes que tiramos durante o ano e até ao final do ano.
00:34:43: precisamos pensar no que vamos fazer com elas.
00:34:47: E temos uma empresa na Noruega chamada NORFIR, eles normalmente fazem redes para pisciculturas e têm uma segunda fábrica que fica na Lituânia.
00:35:02: E lá redes antigas das fazendas, depois, serem recicladas ou se isso nem for mais possível.
00:35:09: Són derretidas e separadas em seus diferentes plásticos e depois enviadas como pelotas para o mundo para que outras coisas sejam produzidas a partir delas.
00:35:19: Podemos entregar nossas redes lá, mas para isso precisamos ter a possibilidade de levá-las até lá.
00:35:25: Isso nem sempre é o caso.
00:35:27: Tenho na minha equipe as pessoas da Lituânia e eles já quando visitam suas famílias levam um ou outro trailer cheio para levar até lá.
00:35:38: Mas se for possível, temos que descartar como lixo especial.
00:35:44: Descartar muito caro e ninguém paga por isso.
00:35:47: Temos de fazer isso porque o que eu tiro é meu!
00:35:51: Eu sou responsável pelo que acontece com isso no final... Nós também temos o problema no mar báutico, onde devido às condições locais as redes que é um parcialmente de dois ou trezentos anos de idade e ainda feitas a fibras de plástico estam bem preservadas nas áreas entre elas.
00:36:14: Mas temos uma mistura total de muitas coisas diferentes e às vezes é ainda mais difícil se livrar delas e descartá-las porque as empresas que reciclam plásticos Claro, né?
00:36:25: E nem podem fazer nada com as redes de canha-me natural ou o que quer que seja.
00:36:29: É realmente um grande problema.
00:36:31: Vamos ver se eu entendi direito.
00:36:33: Você está dizendo que é uma mistura de fontes e alimentações antigas de centenas de anos, quase antigas, que se enredaram nas redes modernas, tipo se enroscaram...
00:36:42: Sim, isso é realmente... eles estam entrelaçados por correntes e movimentos de água ao longo de muitos anos.
00:36:50: Eles foram entrelaçados que você pode mais distinguir um do outro.
00:36:56: Você simplesmente pode dizer sim, isto é isso e isto é isto mas eles têm uma entidade inseparável.
00:37:05: Sim!
00:37:06: Fiquei sem palavras por um momento imaginando o que está acontecendo lá embaixo.
00:37:12: Quando você tem equipes de três pessoas das quais você falou, qual o grande é a sua organizaçao como um todo?
00:37:21: Agora temos mais de cem membros, mas nem todos mergulham.
00:37:27: Temos entre trinta e quarenta membros ativos que participam nas diferentes atividades que fazemos ao longo do ano.
00:37:34: logicamente né?
00:37:35: Nem todos podem estar em todas as atividades o tempo todo.
00:37:40: como eu disse geralmente ninguém tem mais do que seis semanas de férias e também pode ter família outros hobbies ou outras coisas que querem fazer.
00:37:49: Normalmente fazemos entre seis e oito semanas por ano onde realizamos esses resgates, depois mais alguns finais de semana prolongados dependendo.
00:38:01: Sim!
00:38:02: Muito tempo é investido nesta vocaçam pelos membros da equipe.
00:38:10: Sim, vocaçao é provavelmente a palavra certa.
00:38:14: ou o que você diria Sabine?
00:38:17: É simples, sim para mim é simplesmente algo do Coraçam.
00:38:21: É apenas uma...nó há dúvida?
00:38:24: Eu quero isso, eu desejo isso e a maioria dos meus colegas sento o mesmo.
00:38:32: nós queremos fazer algo por este estes mares, estes oceanos.
00:38:39: somos mergulhadores temos Muitas belas experiências e vivências com o mar.
00:38:46: E esta é a nossa forma, e a nossa oportunidade de retribuir porque podemos...
00:38:52: Sim!
00:38:53: Talvez a palavra focaçao me venha se eu nao a mencionei antes mas para mim vai nessa direcion.
00:39:00: sim.
00:39:01: Sim?
00:39:02: Sim!
00:39:03: Sim, Sabino muito obrigado.
00:39:05: Ai acho que nos veremos novamente E faremos algo juntos entre as organizações às quais pertencemos.
00:39:15: Porque, como você disse na conversa anterior, é necessário vários elementos para resolver o problema.
00:39:22: A situaçao é complicada e todos precisam puxar na mesma direcion.
00:39:28: Para isso é preciso trabalho em equipe e confiança mutua para que possamos avançar.
00:39:36: Eu acho que, especialmente a feira é interessante para talvez fazermos algo juntos lá.
00:39:45: e ver como podemos dar mais um passo com a combinaçam de pessoas, mas eu preciso digerir tudo o que você me contou primeiro.
00:39:55: Isso é bem pesado... Sim!
00:39:57: Isso eu posso entender bem.
00:40:00: Quer dizer, eu passei quase dez anos agora e me dediquei dez anos a entenderem cinco minutos sobre o que realmente se trata e como realmente isso é difícil.
00:40:12: Para que todos possam imaginar melhor, colocaremos nos show notes os links correspondentes para imagens no Facebook mas também no LinkedIn.
00:40:22: Para um vídeo de uma açao lá você pode ver como as condições debaixo d'água realmente difíceis e imaginar isso um pouco melhor.
00:40:34: Também temos informações sobre como acessar sessões de doações no seu site.
00:40:42: Isso é muito importante, pois o trabalho depende de apoios.
00:40:47: Quero agradecer de Curaçao por esta conversa e pelo tempo valioso que você dedicou... E tenho certeza de que conseguimos ensinar algo novo aos ouvintes do Green World de Michael!
00:41:08: Muito obrigado Sabinho por essa conversa!
00:41:12: Obrigado.
New comment